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Mostrando postagens com o rótulo novas tecnologias

A Educação a Distância substitui a presencial? Entrevista feita comigo em 2000 (TV Facesp)

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Descobri hoje esta entrevista minha do ano 2000 sobre a EAD e o presencial. Só para entender como me posicionava há 21 anos e como eu estava bem mais jovem. Abraços. Moran.

Como transformar as práticas educacionais apoiadas no ensino híbrido e nas metodologias ativas?

   Entrevista comigo feita pela Escola Fio Cruz de Brasília em 14/08.  No vídeo eu procuro responder a estas questões:  No atual momento, muitos professores do ensino presencial estão migrando para o ensino remoto. Na sua opinião, o que esses professores devem ter em mente na re-elaboração dos seus planos de ensino para manter a qualidade do processo ensino aprendizagem?  Para além desse momento emergencial, temos, na Escola Fiocruz de Governo, buscado avançar na implementação do ensino híbrido e de metodologias ativas. Quais suas recomendações e orientações para que essa transição ocorra de forma sustentável?  O que é importante, nessa transição, para melhorar o processo de comunicação nas práticas pedagógicas e apoiar o docente no uso dos recursos tecnológicos?   Quais estratégias podem ser utilizadas para promover a aprendizagem colaborativa no contexto de trabalho na saúd...

Encontro Histórico: José Moran e Fredric Litto falam sobre o NACE - Esco...

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Como inovar com criatividade e recursos simples

Tecnologia sem computador: como fazer muito com pouco Recomendo este relato de experiência da Professora Débora Garofalo sobre como é possível envolver alunos em projetos viáveis, com recursos simples e com resultados surpreendentes. Ela confirma inúmeros relatos de experiências semelhantes que venho observando ao longo dos anos, que mostram que professores criativos conseguem a participação ativa dos estudantes com recursos disponíveis (simples ou avançados).   Todos os docentes e gestores podemos avançar sempre no processo de transformação da nossa forma de aprender e ensinar, experimentando em cada etapa metodologias e tecnologias viáveis de forma inovadora.     https://novaescola.org.br/conteudo/4866/blog-tecnologia-tecnologia-sem-computador-como-fazer-muito-com-pouco

Escolas católicas que se transformam | Case: Horizonte 2020 | Ed...

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Compartilho o projeto de escolas inovadoras Horizonte 2020. São colégios jesuítas espanhóis, que, fortes em conteúdo e bem sucedidos academicamente, vendo que os alunos não suportavam aprender desse jeito, fizeram um planejamento de transformação progressiva para o modelo por competências e projetos através de uma discussão coletiva e avaliação contínua. Esse modelo está inspirando transformações das escolas na América Latina (especialmente na Colômbia e Equador) e também nos colégios jesuítas no Brasil. Como ex-aluno deles, acompanho com carinho e agradecimento esse projeto tão relevante. Abraço. Moran.

Quarenta práticas inovadoras com metodologias ativas e tecnologias

Recomendo este ebook gratuito E-Nave: praticas inovadoras - Um guia com quarenta práticas inovadoras, metodologias ativas e  tecnologias de professores das Escolas do Projeto Nave do Rio e de Recife. São bem diversificadas, atraentes e bem detalhadas. Abraço. Moran

Contribuição das tecnologias para a transformação da educação

Entrevista com Moran da Revista Com Censo de Brasília sobre como as tecnologias digitais podem contribuir para transformar a educação se tivermos gestores e docentes criativos, metodologias ativas e redesenho dos espaços educacionais. Contribuição das tecnologias para a transformação da educação

Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica - Entrevista Moran_Elos Educacional

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Metodologias ativas e modelos híbridos na educação

José Moran Publicado em YAEGASHI, Solange e outros (Orgs). Novas Tecnologias Digitais: Reflexões sobre mediação, aprendizagem e desenvolvimento . Curitiba: CRV, 2017, p.23-35. Num mundo   em profunda transformação a educação precisa ser muito mais flexível, híbrida, digital, ativa, diversificada.   Os processos de aprendizagem são múltiplos, contínuos, híbridos, formais e informais, organizados e abertos, intencionais e não intencionais. Hoje há inúmeros caminhos de aprendizagem pessoais e grupais que concorrem e interagem simultânea e profundamente com os formais e que questionam a rigidez dos planejamentos pedagógicos das instituições educacionais.   A chamada educação a distância precisa sair dos modelos conteudistas e incorporar todas as possibilidades que as tecnologias digitais trazem: a flexibilidade, o compartilhamento, ver-nos e ouvir-nos com facilidade, desenvolvimento de projetos em grupo e individualmente, visualização do percurso de cada um, pos...

Por que avançamos tão devagar na Educação?

José Moran Educador e pesquisador de projetos de inovação www2.eca.usp.br/moran Há uma pressão enorme por mudanças na educação em todos os níveis. Estamos de acordo em que precisamos ensinar e aprender de forma mais criativa, personalizada, por experimentação e design. Encontramos algumas escolas e universidade diferenciadas, com propostas pedagógicas muito interessantes. Mas a maioria vai mais devagar do que desejaria. Por que temos tantas dificuldades em transformar a educação? Há condições estruturais que dificultam a mudança e que são essenciais para uma transformação mais consistente, sistemática na educação do pais: não conseguimos atrair com os baixos salários e valorização profissional os melhores gestores e docentes possíveis. Nossas políticas públicas não têm continuidade e consistência, excesso de burocracia, visão mercantilista em diversos grupos privados, cultura tradicional de boa parte da sociedade, incluindo os alunos. São inúmeros os fatores que explic...

Transformando profundamente a formação dos professores

José Moran Educador e pesquisador de projetos de inovação As escolas precisam mudar profundamente; a formação dos professores, também. Muitos cursos de Pedagogia e Licenciatura – presenciais e a distância - são burocráticos, conteudistas e pouco inovadores. Nestes cursos especificamente temos, atualmente no Brasil, mais alunos estudando a distância (perto dos quinhentos mil) do que presenciais, com modelos ainda muito básicos: vídeos, textos, quizzes e poucas práticas reais e contato com novas experiências, metodologias, vivências e projetos reais. O mesmo acontece com a maioria dos cursos presenciais. Uma questão complexa é que a maior parte dos alunos vem de uma educação básica deficiente, com deficiências cognitivas importantes e pouca autonomia intelectual. Conversei recentemente com os alunos e a Coordenadora de Pedagogia da Uniamérica, em Foz de Iguaçu. Trabalham desde o primeiro ano com metodologias ativas, ensino híbrido, aula invertida, projetos reais, intensa cola...

Como transformar nossas escolas

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Novas formas de ensinar a alunos sempre conectados José Moran* Pagamos um alto preço social pela educação deficiente Pagamos um preço muito alto como sociedade por uma educação deficiente: milhões de pessoas não desenvolvem suas competências básicas, sua autonomia, vivem vidas pouco produtivas e realizadoras. A educação demorou a chegar aos mais pobres e ainda é frágil para a maioria nas questões mais importantes: poucos sabem interpretar textos complexos, fazer contas, pensar pela pr cabeça, ir além do que veem na televisão. Temos uma dívida social de séculos de pouca preocupação com a aprendizagem de qualidade da maior parte da população. A educação de qualidade, além de ensinar a pensar, pode ensinar a viver. Em muitos casos, a escola não está conseguindo ajudar a pensar críti- * Doutor em Comunicação pela USP, professor de Novas Tecnologias na mesma universidade e um dos fundadores do Projeto Escola do Futuro. É mentor de cursos e projetos híbridos e online...