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Palestras e Cursos que ofereço, atualmente

1      Caros amigos:               Atualizei, na minha página da USP, a lista de palestras e cursos que ofereço neste ano            1.  Como melhorar o desempenho dos alunos e obter melhores                                         resultados O que sua instituição precisa fazer para melhorar seu desempenho acadêmico com projetos mais atualizados, metodologias ativas e   tecnologias digitais, obtendo melhores resultados.       2.   Como ensinar crianças e jovens que nasceram com a              Internet?          Formas de motivar professores e alunos.        Melhorias no currículo, nas metodologias, nas tecnologias e na avaliação.     3.   Para onde camin...

Tecnologias para um novo humanismo

Este é o resumo de um texto meu, apresentado no V Seminário Internacional de Educação a Distância:  Meios, atores e processos , organizado pela Universidade Federal de Minas Gerais em setembro de 2013  e  publicado em FIDALGO, Fernando (Org.). Educação a Distância: Meios, Atores e Processos. Belo Horizonte: CAED-UFMG, 2013, p. 39-51  Na educação a distância predominam os cursos mais focados em conteúdo,  principalmente os de massa, mas também encontramos projetos mais  inovadores, mais participativos e com metodologias mas ativas, onde os alunos  são mais estimulados a pesquisar e desenvolvem atividades mais próximas da  sua vida pessoal e profissional.  O papel previsto nos cursos a distância para os alunos ainda é bastante  passivo: ler, escutar, compreender e realizar as atividades previstas. Só que  eles estão acostumados a pesquisar informalmente em casa, no trabalho e a  compartilhar online o que descobrem. Eles...

Novos rumos em 2014

Caros amigos: Deixei a gestão de cursos a distância da Universidade Anhanguera-Uniderp e me encontro em fase de redefinição de atividades. Com certeza me dedicarei mais a escrever, dar conferências e a trabalhar em projetos de inovação com metodologias ativas. Considero importante voltar a orientar alunos de mestrado e doutorado interessados em inovações na educação; ainda não sei onde será. Acabo de atualizar o layout da minha página da USP, onde pretendo estar mais presente, assim como neste blog. O endereço continua o mesmo: www.eca.usp.br/moran Vejam que os textos aparecem quando cliquem nos tópicos da barra superior: Educação Inovadora (abre três subtópicos) e em Quem Sou, abre Desafios pessoais. Abraços para cada um de vocês Moran
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Paulo Freire, a simplicidade que ainda inova 02/01/14 //  ESCOLA  //  ESPAÇO PÚBLICO  //  FAMÍLIA  //  GOVERNO  //  ON-LINE  //  ORGANIZAÇÃO SOCIAL  // BRASIL POR TATIANA KLIX Matéria publicada no site Porvir, com algumas citações minhas. Disponível em  http://porvir.org/porpensar/paulo-freire-simplicidade-ainda-inova/20140102 Paulo Freire, o mais importante e revolucionário educador brasileiro, viveu a maior parte da sua vida e criou seus métodos e conceitos pedagógicos em uma realidade sem computador em larga escala, internet, jogos on-line ou redes sociais. Mas mesmo após 50 anos da primeira experiência de alfabetização de adultos em Angicos, Rio Grande do Norte, que se tornaria o método com o seu nome, boa parte dos ensinamentos do pensador pernambucano seguem contemporâneos. E mais: vários deles ainda são inovadores para o cenário educacional. “Nunca tivemos tanta chance de aprender juntos como agora”,...

Aprendendo integralmente por desafios

A vida nos traz desafios cada vez mais complexos em todos os campos e saber enfrentá-los é condição fundamental para o nosso   crescimento, amadurecimento e realização em todos os campos e níveis. Quanto mais cedo aprendamos a   enfrentar desafios, tanto melhor.   Muitos pais   e professores querem poupar os filhos   e alunos de sofrimentos, dificuldades e angústias que o aprendizado vivencial traz. Tentam antecipar-se, decidindo pelos outros, dando-lhes tudo pronto.   Privam essas crianças de inúmeras oportunidades de aprender por elas mesmas e favorecem a acomodação, a passividade e a insegurança delas. Se queremos formar pessoas integrais, não podemos focar só a mente, o conhecimento teórico, mas também as demais dimensões da vida, como seus sentimentos, afetos, atitudes e valores.   Em muitas escolas a preocupação principal é com o conhecimento intelectual, através de metodologias predominantemente transmissivas.   A maior parte...

Focar mais os valores na educação

Avançamos mais lentamente na educação do que em outras áreas da nossa sociedade. A maior parte das instituições na educação presencial e a distância, apesar de algumas melhorias, prefere repetir do que arriscar. Os currículos são excessivamente rígidos e reducionistas, com disciplinas isoladas e baixa interação. O foco ainda se mantém na transmissão de informações, em preparar os alunos para o vestibular ou para uma profissão, sem a preocupação com a formação integral deles como pessoas, com uma discussão ampla sobre valores, atitudes e comportamentos. Na educação “a” distância este problema é mais gritante. Como a produção costuma ser mais em equipe, o especialista prepara os materiais sobre os temas do curso, e outros profissionais adéquam esses temas a um padrão de leitura e acessibilidade; depois tutores orientam os alunos nas dúvidas e os alunos são avaliados sobre o conteúdo transmitido. Como o processo costuma ser mais impessoal, a avaliação é ...

Aprendendo a envelhecer

A velhice é a nossa etapa da vida mais desafiadora. Apesar de conseguimos hoje viver muito mais anos que nossos avôs, aos poucos percebemos o progressivo avanço do declínio físico, às vezes também do mental e é inevitável o questionamento sobre como encarar esta longa fase de maturidade, de ricas vivências entrelaçadas com a frequente percepção da lenta aproximação do fim. Como encontrar motivação para viver, quando tudo parece que conspira contra a vida? Vale a pena continuar aprendendo e evoluindo? Faz sentido fazer planos para um amanhã tão incerto? Não seria melhor resignar-se, perder a esperança e entregar os pontos?. Quando mais jovens, sabemos da fragilidade da vida, conhecemos algumas perdas, mas predomina a sensação de que ainda falta muito tempo e que é um asunto que pode ser deixado para o futuro. Quando mais maduros, mesmo na expectativa de vida mais longa, a questão se coloca de forma cada vez mais perceptível. Driblamos a morte parcialmente, a esquecemos momentane...