Desafios profundos para a educação com a IA
José Moran
Estamos
experimentando um grande tsunami com o incrível avanço da inteligência
artificial, em um período de tensões mundiais, que está impactando todas as
dimensões das nossas vidas. Há uma efervescência de eventos, publicações,
cursos e grupos de discussão na educação com visões bastante contraditórias:
mais deslumbradas ou pessimistas. Apesar
das incertezas, contradições e desigualdades, já conseguimos perceber que as transformações
serão mais profundas do que imaginávamos há pouco tempo.
A IA
generativa deu um salto imenso nos últimos meses e está trazendo possibilidades
impensáveis anos atrás com o avanço dos agentes inteligentes, skills e dos
humanoides. A IA agiliza todos os processos, antecipa o tempo de cura para
muitas doenças. Grandes cientistas conseguem avançar muito mais rapidamente nas
suas pesquisas pelo diálogo e interação com os agentes, e chegam a resultados
surpreendentes mais rapidamente e de forma mais sólida. O segredo está na
parceria intensa e criativa os humanos e a IA.
A IA é uma
tecnologia de alcance transversal, comparável às grandes infraestruturas
tecnológicas do passado, como o motor a vapor, a eletricidade e a computação/internet.
A eletricidade não transformou apenas a iluminação ou o funcionamento das
máquinas; ela alterou a indústria, a vida urbana, os transportes, a
comunicação, os serviços e o cotidiano das pessoas. De modo análogo, a
inteligência artificial começa a atuar como uma tecnologia transversal, capaz
de penetrar em praticamente todos os campos da atividade humana e de
reconfigurar processos, profissões, mercados e instituições e, especificamente,
o da educação. Seu impacto tende a ser profundo em todos os setores que dependem
de conhecimento, análise, comunicação e tomada de decisão em íntima colaboração
com profissionais humanos bem-preparados, críticos e empreendedores.
Há muitos
problemas na IA pela forma como está organizada e pelas intencionalidades
diferentes de uso. Está concentrada em poucas grandes empresas que tomam
decisões estratégicas que afetam o futuro da humanidade sem consultar ninguém e
que têm mais poder do que os governos isoladamente. A IA pode nos tornar mais
dependentes, superficiais e menos atentos; depende de como a utilizemos. Ela pode
errar, inventar informações, reproduzir preconceitos e oferecer respostas
convincentes, mas incorretas, o que exige cuidado e verificação constante.
Também pode aumentar desigualdades, ameaçar a privacidade e enfraquecer
relações humanas. Tudo depende de como interagimos com ela.
O sistema
educacional está, em geral, ainda muito engessado e defasado e distante da
escola que precisamos para poder enfrentar as transformações profundas que estão
acontecendo. Continuamos focados demais em rankings, em marketing, em
avaliações ainda muito conteudistas e prestamos menos atenção a uma
aprendizagem mais profunda, humanista, investigativa. O currículo é muito
extenso, carregado de excessivo conteúdo, tratado de forma superficial, com
pouca experimentação e profundidade, dependente de uma lógica de resultados
focados em avaliações oficiais.
Num período
de pressões fortes por mudanças, há um descompasso entre o ideal de uma
formação integral e as expectativas sociais que recaem sobre a escola.
Famílias, gestores e parte significativa da opinião pública tendem a valorizar
instituições que garantam bom desempenho em avaliações oficiais e maior
competitividade no acesso às universidades mais prestigiadas do país e do
exterior. Como consequência, fortalece-se uma lógica educacional centrada no
rendimento mensurável, na cobertura acelerada de conteúdos e na preparação para
exames, o que frequentemente reforça práticas mais conteudistas e
memorizadoras. Nesse cenário, escolas que dedicam mais tempo a artes, projetos
interdisciplinares, formação humanista, convivência e valores acabam sendo,
muitas vezes, vistas como menos eficazes, embora contribuam de modo decisivo
para o desenvolvimento pleno dos estudantes. Nas redes públicas, essa tendência
se agrava quando os indicadores mais valorizados se concentram sobretudo em
Língua Portuguesa e Matemática, levando escolas e sistemas a priorizarem essas
áreas em detrimento de outros componentes igualmente fundamentais. Assim,
consolida-se uma hierarquia curricular que contrasta com o discurso da educação
integral: aquilo que é mais cobrado, comparado e ranqueado tende a ganhar
centralidade, enquanto dimensões essenciais da formação humana são, efetivamente,
menos valorizadas.
Vivemos um
período em que se precisa de pessoas muito mais atentas, bem-preparadas, com
uma formação muito mais aberta, experiencial, reflexiva, humanista. Para
enfrentar os desafios que a IA traz em todas as dimensões da vida, não bastam
pequenos ajustes. Precisamos avançar muito mais profundamente numa educação que
realmente seja significativa, viva, humanista e que dialogue de olhos abertos
com todas as possibilidades que as tecnologias trazem e com os problemas que
vem junto.
É mais
importante do que nunca focar no desenvolvimento das competências mais humanas,
criativas e experienciais: aprender fazendo, avaliando, colaborando e que a IA
tem um papel importante em cada etapa e processo sob a supervisão atenta dos
professores. Com uma boa curadoria, a maior parte do conteúdo, materiais,
roteiros de um curso podem ser feitos por IA com a supervisão e validação de
professores competentes. O papel do professor também muda: foco menor na
transmissão de informações para assumir papéis mais complexos: designer de
experiências de aprendizagem, curador de fontes, mediador de processos,
orientador intelectual, formador ético e incentivador do pensamento crítico.
A IA pode
contribuir para um ambiente poderoso de experimentação, investigação, de
criação, de aprendizagem em profundidade. Mesmo com algoritmos enviesados e
preconceituosos, cada um pode avançar muito se tiver uma boa formação,
repertório, capacidade de investigação e de avaliação. Por outro lado, a IA
pode servir como um atalho para a acomodação, para o empobrecimento cognitivo,
se a utilizarmos de forma comodista, sem reflexão, se buscamos que nos dê tudo
pronto, sem esforço.
Utilizada
de forma correta, a IA é fantástica; utilizada de forma banal é um desastre. Em
um mundo com tantas plataformas de IA e robôs com habilidades de linguagem
extraordinárias, continuam mais atuais que nunca os quatro pilares da educação
propostos pela UNESCO: Aprender a Conhecer, Fazer, Viver Juntos e Ser. Eles
visam o desenvolvimento integral do indivíduo, indo além do acadêmico, para
cultivar habilidades cognitivas, técnicas, sociais e emocionais e éticas.
A educação
que faz sentido é a que nos prepara para lidar com desafios, compreender melhor
o mundo e a nós mesmos, ajudar-nos a viver com ética, cuidado e afeto a vida. A
escola precisa colocar muito mais foco em experimentar, vivenciar, fazer,
projetar, criar, interagir e refletir. Ateliês de artes, espaços maker,
projetos STEAM, alternância entre ambientes naturais e digitais, ações de
aprendizagem-serviço e projetos que dialogam com a comunidade aproximam a
escola da vida real. Uma escola viva, vibrante, com pessoas maduras
intelectual, emocional, ética e espiritualmente interagindo profundamente com
todas as possibilidades que as tecnologias nos oferecem hoje.
Escolas que inovam com a IA
Algumas
escolas estão experimentando propostas diferentes de organizar o dia a dia das
escolas, integrando mais fortemente a IA. Destaco três propostas diferentes, entre
outras, que merecem ser acompanhadas e avaliadas com atenção para adaptá-las à
nossa realidade.
1. Flourish Schools
São micro
escolas, que estão começando do zero em Nashville e Phoenix. O currículo das
Flourish Schools combina personalização acadêmica com formação humana
intencional, partindo da premissa de que a IA pode assumir parte relevante
da do ensino de conteúdos, enquanto a escola se concentra mais no
desenvolvimento integral do estudante.[1]
O currículo
organiza-se em dois grandes blocos complementares. O primeiro é o das aprendizagens
fundamentais (foundations) — leitura, escrita e matemática — desenvolvidas
com forte apoio da IA, por meio de tutoria adaptativa e acompanhamento
contínuo. Nesse eixo, a lógica é de personalização profunda: cada estudante
avança em seu ritmo, com intervenções frequentes, feedback imediato e foco no
domínio real dos conteúdos.
O segundo
bloco desloca o centro da experiência escolar para aquilo que a IA não
substitui: o desenvolvimento de competências humanas, relações e propósito.
Esse eixo é estruturado em torno de três pilares: relationships
(qualidade das interações e vínculos), superpowers (competências como
autonomia, perseverança, autoconsciência e colaboração) e passions
(exploração de interesses e construção de projetos significativos). Aqui
predominam metodologias ativas, especialmente aprendizagem por projetos e
experiências práticas.
Trata-se,
portanto, de um currículo menos centrado em disciplinas isoladas e mais
organizado em torno de trajetórias de aprendizagem, competências e sentido
de vida. É um modelo de micro escolas, mais acessível, que oferece
bolsas públicas (ESA) e subsídios, com preços abaixo das escolas privadas
tradicionais nos EUA.
2. Escolas Summit
As escolas
públicas Summit com gestão privada vem aperfeiçoando um modelo vencedor há mais
de vinte anos, que combina temos de aprendizagem individual, de aprendizagem
grupal/experiencial e tempos de mentoria.[2] Agora a rede atualiza esse modelo consolidado
integrando-o com a IA de forma mais estruturada, buscando potencializar a
autonomia dos estudantes e a capacidade de monitorar o progresso com maior
precisão. A Summit usa a IA como parte de uma infraestrutura mais inteligente,
capaz de cruzar dados, apoiar a organização de experiências, orientar percursos
e distribuir melhor tempo, atenção e recursos pedagógicos. Isso inclui pensar
melhor horários, oportunidades, acompanhamento individual e conexões entre o que
o estudante já viveu e aquilo que ainda precisa viver.
A IA apoia
as tarefas autênticas, ligadas às disciplinas e aos projetos. Em fevereiro de 2026, a Summit
publicou que quatro professores da escola Summit Tahoma estavam testando
a integração do Letramento em IA em turmas do 9º ao 12º ano, dentro de aulas
baseadas em projetos, e não em uma disciplina separada sobre IA. Os exemplos
dados são bem significativos: estudante de ciências ambientais usando IA para
interpretar dados de ecossistemas; aluno de biologia comparando sua análise com
a resposta da IA; aluno de inglês treinando para um seminário socrático com um
chatbot customizado.
O foco
não é “deixar a IA responder”, mas ensinar o aluno a pensar com critério. A Summit descreve um fluxo chamado “Humano
→ AI → Humano”: primeiro o estudante pensa por conta própria; depois usa a
IA para ampliar, desafiar ou revisar o trabalho; por fim, volta a avaliar
criticamente o que a IA produziu. Em outras palavras, o humano continua no
comando.
A IA
aparece como apoio à personalização, ao uso de dados em tempo real, ao
fortalecimento da mentoria e à organização de trajetórias mais significativas
para os alunos. A Plataforma Futre auxilia os mentores mapeando o percurso de
cada aluno e quais caminhos fazem mais sentido para seu projeto de vida. Com
isso, o mentor ganha melhores condições para orientar cada percurso com mais
precisão e profundidade.
O modelo
inovador da Summit com IA, portanto, não é o de uma escola que privilegia o
digital, mas o de uma escola mais intencional, mais integrada e mais humana,
usando a inteligência artificial para ampliar propósito, personalização e
acompanhamento.
3. Alpha Schools
A Rede
Alpha desenvolveu um modelo bastante controverso, que dá muita ênfase à
aprendizagem personalizada, com IA e apoio de alguns tutores e a vivência de
oficinas que preparam para a vid. Diferentemente do formato tradicional, em que
alunos avançam em séries, o progresso nas Escolas Alpha ocorre conforme a
evolução individual em cada matéria. Isso significa que nenhum aluno é freado
pelo ritmo da turma — cada um avança no seu próprio tempo. A ideia central é
que a parte acadêmica principal pode ser feita em cerca de duas horas por
dia com aprendizagem altamente personalizada, envolvendo o estudante o
restante do tempo em projetos, oficinas, habilidades de vida e interesses
pessoais. Combina uma manhã de aprendizagem acadêmica intensiva com uma tarde
voltada a interesses, competências práticas e experiências mais abertas. Os
estudantes participam de projetos e workshops de competência para a vida, com
temas como liderança, feedback, resiliência e uso produtivo de ferramentas de
IA.[3]
A rede de
escolas Alpha não trabalha com professores especialistas em áreas de
conhecimento específicas, mas com profissionais bem-preparados, chamados "guias
de aprendizagem", cujo papel principal é incentivar os alunos. Os
guias monitoram o progresso dos estudantes por meio de relatórios gerados pela
IA e organizam oficinas e atividades que desenvolvem "habilidades para a
vida", como práticas de oratória e ensinamentos sobre finanças pessoais. A
escola usa modelos de motivação individuais e coletivos, com recompensas e
incentivos. A partir do desempenho de cada um e das metas atingidas, é possível
ganhar tempo para atividades extras ou usar a moeda interna da escola para
acessar experiências "especiais".
A escola usa
IA para avaliar o que o estudante sabe e o que não sabe, construir planos
personalizados, identificar lacunas e ajustar a sequência de aprendizagem de
forma mais precisa. O papel dos guias e adultos da escola continua importante,
especialmente para manter engajamento, celebrar metas e ajudar o estudante a
persistir.
As
escolas Alpha propõem
um modelo em que a IA serve para acelerar e personalizar o domínio acadêmico,
enquanto a parte principal é dedicada mais a motivação, projetos, habilidades
socioemocionais e interesses do estudante. O ponto mais sedutor do discurso é a
promessa de que o aluno pode aprender o essencial em menos tempo (duas horas) e
usar o restante do dia para experiências mais significativas. O ponto mais
controverso é que isso depende de um ecossistema intensivo em dados,
acompanhamento constante e uma visão bastante instrumental da eficiência
escolar.
É um modelo
para estudantes de elite e controverso. Mas penso que pode ser adaptado e
melhorado, se se equilibra a personalização do estudo individual, com uma
participação maior de professores competentes no design de experiência ricas de
aprendizagem em projetos desafiadores.
Essas três
experiências, entre tantas outras que estão surgindo, revelam que todas as
escolas e IES podem evoluir muito na forma como organizam o currículo, o
processo de ensino e aprendizagem, a parceria entre professores e IA. Todas estão
sendo desafiadas a rever suas metas de curto e de médio prazo para manter sua
relevância, sob pena de ficar para trás.
Conclusão
Muitos devem
estar reclamando da distância entre estas ideias e a realidade do chão da
escola. Para a maioria das pessoas esta temática soa muito distante, fantasiosa
e elitista. Muitas escolas carecem do básico, estão em bairros pobres, com
professores com formação precária. Os cursos de Pedagogia e Licenciatura também
não estão preparando os futuros professores para estes novos cenários e muitos
docentes estão sobrecarregados e mal têm tempo em atualizar-se
tecnologicamente. Bons professores são mais necessários que nunca. Professores
mal preparados serão imediatamente desqualificados pelos alunos, pela
comparação com a sofisticação das interações que estes conseguirão ter com os
tutores virtuais.
As mudanças
na educação são mais lentas e desiguais do que desejamos. Demoram mais pela
desigualdade, mas também pela fixação que a sociedade tem em um modelo de
escola enraizado há décadas. Temos também uma imensa burocracia, regulação,
mentalidade cartorial que dificulta a inovação.
As escolas avançarão em ritmos diferentes e se adaptarão dependendo da
sua cultura, valores, expectativas.
Uma parte
dos indivíduos vai aproveitar todo este maravilhoso mundo para aprender de
verdade, para evoluir intelectualmente, socio emocionalmente, para serem mais
empreendedores, para viver uma vida melhor. E outra grande parte vai utilizar a
IA para “aprender” com o mínimo esforço, para buscar uma certificação da forma
mais fácil, para tentar aparentar que sabe (marketing pessoal), porque prefere
o entretenimento, a busca de lucro fácil (bets, corrupção) ou seguir os
gurus influenciadores. As instituições escolares experimentarão propostas muito
diferentes, mais ou menos criativas, dependendo da sua filosofia, dos valores e
do grau de competição que enfrentem. Muitos alunos e pessoas, em geral,
desenvolverão pouco o pensamento crítico diante da facilidade de obter
respostas para tudo.
É
importante olhar para onde vamos e fazer o possível para implementar as
mudanças necessárias para cada pessoa e escola. A educação é verdadeiramente
transformadora quando nos torna mais conscientes e melhores como pessoas,
grupos e sociedade, em todas as dimensões da existência. Uma educação plena diz
“sim” à vida em toda a sua complexidade: experimenta, cria vínculos, executa
projetos relevantes, integra conhecimentos, valores e ação. Precisamos
enfrentar as questões vitais profundas, discutir as diversas filosofias de
vida, a busca de sentido, desvendar as várias camadas de consciência. A
educação que vale a pena precisa estar alinhada com esta visão e valores. O
digital com IA é um ambiente essencial para aprender profundamente e para gerenciar
nossos projetos de vida, se o soubermos utilizar com intenção e propósito.
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