Passamos, em duas décadas, de consumidores da grande mídia para “prosumidores” – produtores e consumidores- de múltiplas mídias, de múltiplas plataformas e formatos para acessar informações, publicar nossas histórias, sentimentos,reflexões e nossa visão de mundo. Somos o que escrevemos, o que postamos, o que “curtimos”. Neles expressamos nossa caminhada, valores, visão de mundo, nossos sonhos e limitações. Construímos nossas histórias pessoais, nossos projetos de vida num rico fluir de passagens e linguagens entre os diversos espaços físicos e digitais, que se entrecruzam, superpõem e integram incessantemente. Na escola não valorizamos devidamente o saber construído pelos alunos, que se visibiliza nas narrativas fluidas de múltiplos conhecimentos, práticas, individuais e em redes. Um currículo aberto com metodologias ativas, mediação de professores competentes e tecnologias digitais, pode transformar a educação formal em aprendizagem viva, integradora, descobridora ...